Menu fechado

É TAREFA DOS REVOLUCIONÁRIOS AJUDAR CUBA A DERROTAR O BLOQUEIO

Há 63 anos Cuba é vítima de um cruel bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos. O bloqueio impossibilita Cuba de manter relações econômicas normais com o resto do mundo, como realizar operações comerciais e receber investimentos necessários ao seu desenvolvimento. O bloqueio foi a saída encontrada pelos Estados Unidos para derrotar a Revolução Cubana, ao criar dificuldades à vida do povo com o objetivo de indispor o povo com a Revolução.

O povo cubano enfrentou essa agressão com alto grau de consciência, unidade e organização. Também contou com grande apoio da União Soviética, a quem se alinhou desde a década de 1960 para mitigar os efeitos do bloqueio. Porém, o desmonte do Estado soviético e o fim do campo socialista no leste europeu trouxeram enormes dificuldades à Revolução.

A máfia cubana residente em Miami aproveitou a situação para, desde a década de 1990, estrangular a economia do país. Apesar do agravamento das dificuldades, a Revolução se manteve e não foi por meio da repressão, mas por expressar os anseios mais profundos do povo cubano. Além de estrangular economicamente a Ilha, intensificaram ataques terroristas à rede hoteleira visando afugentar turistas e diminuir as receitas nacionais.

Desde o primeiro governo Trump, 2017 a 2020, as agressões a Cuba tem aumentado. Mas neste segundo governo elas escalaram a um nível incomparável. Após o ataque à Venezuela, com o sequestro do presidente Maduro e de Cilia Flores, o fornecimento de petróleo foi totalmente suspenso. E Trump determinou a aplicação de sanções econômicas aos países e empresas que venderem petróleo a Cuba. País dotado de poucos recursos naturais, a Ilha Rebelde depende da importação de petróleo para acionar suas centrais termelétricas para produzir energia.

O bloqueio à venda de petróleo segue o roteiro inaugurado em 1963 pelo presidente John Kennedy: deteriorar as condições de vida e produzir uma revolta interna do povo contra a própria Revolução. Porém, impor um bloqueio petrolífero à Cuba, travando a produção de energia, é simplesmente querer matar uma nação inteira de fome. Os apagões tem se tornado constantes. Isso é uma política intencionalmente genocida, tal como foi aplicada por Israel contra Gaza, com apoio dos Estados Unidos.

Mesmo diante de um grave cenário, o povo cubano não dá sinais de recuo e mantém sua disposição de defender a soberania do país. Resiste aos ataques violentos de Trump, inclusive suas ameaças de invadir a Ilha, com organização e disciplina consciente.

A solidariedade internacional de povos e governos pelo mundo tem sido fundamentais. A Rússia anunciou o envio de petroleiros com centenas de milhares de barris e os governos de Brasil e México tem enviado milhares de toneladas de ajuda humanitária como alimentos e remédios, produtos que o bloqueio tem impedido Cuba de importar.

O povo cubano e sua direção tem buscado diminuir sua dependência do petróleo, investindo em fontes alternativas como placas solares. Hoje elas representam 30% da energia consumida pela Ilha, mas o objetivo é fazer esse índice chegar em mais de 60% nos próximos meses. Essa transição tem contado com apoio dos movimentos de solidariedade a Cuba por toda a
América Latina, com a campanha das placas solares. Pedimos, portanto, aos nossos amigos e simpatizantes que contribuam com essa campanha, depositando qualquer valor na conta da Câmara Empresarial Brasil-Cuba, conta 13844-4, Agência 4770-8, ou via Pix pela chave 34.131.511/0001-64.

Liga Comunista Brasileira – LCB

25 de março de 2026