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PELA DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL, DOS DIREITOS SOCIAIS E PELO SOCIALISMO

Os números formais da economia estão bons. PIB, inflação, desemprego, média salarial. Mas a bonança dos números não se refletem nas condições da vida da população. A percepção ruim sobre a economia não é fruto de propaganda ou de problemas psicológicos. É concreta.

Consta em pesquisas que 45% da classe trabalhadora procura outras atividades para complementar renda. As reformas trabalhista e previdenciária já produzem efeitos na renda das famílias sem que haja resultados na área fiscal, que se deteriora devido à taxa básica de juros, a Selic, hoje nas alturas.

Precarização, insegurança do trabalho informal e por aplicativos, achatamento salarial, jornadas exaustivas. Tudo isso contribui para a insatisfação social.

Ao mesmo tempo, se veda a possibilidade de geração de empregos de qualidade devido à desindustrialização e ao modelo extrativista. O recuo do governo em criar a Terrabras e a entrega das terras raras a mineradoras estadunidenses e australianas contribui para o viés extrativista, afastando o emprego de técnicos, engenheiros e pesquisadores. O mesmo vale para o programa Redata, de estímulo a construção de datacenters – estrangeiros- em território nacional.

Soberania está diretamente ligada ao cotidiano, ao emprego, ao salário, ao poder de compra.

A desindustrialização está na raiz da dissolução do tecido social, criando terreno fértil para o fascismo. Perder as terras raras será mais um capítulo no processo de destruição do desenvolvimento capitalista no Brasil. E mais um ponto para a burguesia fascista que se alimenta dessa destruição.

Terrabras já! Pela nacionalização do subsolo! Pela soberania nacional e Pelo socialismo!

Liga Comunista Brasileira – LCB

29 de abril de 2026