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INSIRA O TÍTULO

Mais do que nunca é necessário derrotar os fascistas agentes de Trump. Uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro significa a destruição do que resta de soberania, direitos sociais e do trabalho e das liberdades democráticas em nosso país.

Para os trabalhadores da indústria, comércio e serviços significa a perpetuação da escala 6×1 e a precarização das relações trabalhistas, com jornadas extenuantes e salários achatados. Para os micro e pequenos empreendedores, a redução dos custos do trabalho não compensará a perda de mercados e o crédito com juros cada vez mais abusivos.

Para os agricultores familiares, o abandono de qualquer política de compra de alimentos e de subsídios à produção. O domínio do país pelo imperialismo através de seus prepostos traz a perda de perspectiva de futuro para a juventude, pois o modelo exportador de produtos agrícolas e minerais gera poucos empregos qualificados.

Os fascistas atacam os direitos das mulheres diuturnamente, inclusive o direito ao voto. Aos negros, o fascismo oferece retrocesso nas cotas e ações afirmativas, e mais violência racial. A homofobia é uma das marcas do fascismo, demonizando a comunidade LGBT, estimulando a violência e o isolamento das pessoas LGBT.

A vitória do fascismo incentivará o sequestro dos territórios dos povos originários, com todas as consequências sociais e ambientais. O negacionismo é umas das características do fascismo, haja visto as campanhas antivacina e a negação das mudanças climáticas. A própria integridade territorial do país estará ameaçada. As liberdades democráticas, incluindo a tão propalada liberdade de expressão, serão denegadas. Direitos Humanos para o fascismo são uma ameaça e são falseados e demonizados.

A campanha presidencial fascista e pró-imperialista mobiliza todas as forças para tentar reverter os resultados eleitorais. Conta com a colaboração de ministro do Supremo que exorbita suas funções. Estimula a intervenção dos EUA e da entidade sionista nos assuntos internos do Brasil. E já inicia os primeiros passos de produção de episódios de violência política. O campo da direita e da extrema-direita ensaia o não reconhecimento dos resultados eleitorais que lhe forem adversos.

Tenta direcionar o eleitorado flutuante entre indeciso e neutro através de falsas candidaturas, como as de Cury e Marçal. A família Bolsonaro que já lançou mão de ameaças atômicas e navais não se furtará de utilizar todos os meios para evitar a derrota.

A hora é de derrotar o fascismo e o imperialismo. Não há espaço para diversionismo, veleidades de autoconstrução ou apelos a uma pretensa pureza revolucionária. É preciso envidar todos os esforços para eleger Lula e o máximo de candidatos democráticos. O que está em jogo não é uma disputa de projetos simplesmente. É se as ameaças existenciais à classe trabalhadora e ao povo brasileiro irão se concretizar.

Portanto, de agora até o fechamento da última urna, os comunistas e as forças democráticas devemos intensificar a campanha na rede e nas ruas. Uma derrota eleitoral do imperialismo, mesmo que com as limitações conhecidas, é importante para obstar o avanço da guerra e da sanha liberticida.

Com a vitória, a classe trabalhadora há de recobrar o ânimo, inclusive para lutar pela superação do modo capitalista de produção.

A hora é agora.

Às ruas!

Às redes!

Com coragem, denodo e sem vacilação.

Liga Comunista Brasileira – LCB

09 de setembro de 2026