ÀS RUAS E ÀS REDES PARA DERROTAR A AMEÇA FASCISTA E IMPERIALISTA
Estamos a menos de 15 dias para o primeiro turno das eleições presidenciais. O desafio é existencial para a classe trabalhadora e o povo brasileiro. É uma escolha entre a sobrevivência do país ou a entrega total e absoluta do Brasil a Trump, através de seus agentes fascistas no país.
A campanha eleitoral chegou até este momento com uma visível apatia por parte do eleitorado e uma incapacidade de mobilização popular de ambas as campanhas. A fragmentação das ações de campanha é evidente, com as candidaturas proporcionais assumindo o protagonismo.
Essa reta final exige uma campanha cívica para a reeleição de Lula e derrotar o fascismo e o imperialismo. As iniciativas de campanha devem se multiplicar, independente e apesar da coordenação de campanha.
Nós comunistas precisamos mobilizar democratas e progressistas, independente da filiação partidária, para intensificar as ações de campanha nas redes e nas ruas. Organizar comitês populares, convocar plenárias de mobilização, realizar ações de massa.
Há a faixa do eleitorado em disputa, que pode ser ganha ainda nesse período escasso de tempo. Pessoas que foram lançadas à dúvida pelos acontecimentos no STF, que em algum momento caíram no canto de sereia da candidatura Cury e mesmo que sejam um voto vacilante no candidato fascista. Para reverter esses votos é necessário coragem para enfrentar o fascismo e o imperialismo, habilidade para realizar o diálogo e, sobretudo, entendimento do que levou essa parcela do eleitorado à essas posições.
Os esforços, nesse momento, devem ser dirigidos para derrotar os candidatos do fascismo e do imperialismo, notadamente o candidato presencial. É fácil imaginar as consequências políticas de uma eventual eleição do governador-geral de Trump. É isso que deve ser evitado a qualquer custo.
Mais uma vez afirmamos. Essa não é uma eleição normal. Em outubro se joga se o Brasil e a América Latina terão alguma chance de afirmar sua soberania ou se nosso país e nosso continente se tornarão um protetorado dos EUA, aos moldes de Porto Rico.
De agora até 4 de outubro é preciso ganhar votos, convencer a faixa indecisa, por mais minoritária que seja e atrair setores populares capturados pelo fascismo. Às ruas e às redes!
Liga Comunista Brasileira – LCB
23 de setembro de 2026